maré de matos 

vale do rio doce, brasil. vive e trabalha em são paulo, brasil.

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artista transdisciplinar. mineira, do vale do rio doce. graduada em artes visuais na escola guignard (uemg), mestre em teoria literária (ufpe) e atualmente desenvolve o projeto museu das emoções no doutorado (diversitas, usp). exercita o tensionamento entre versão e verdade; história única e contra-narrativas polifônicas; poder e posição; representação e responsabilidade. pesquisa invenção da raça e narrativa de si, imaginário e delírio da modernidade, subjetividade e poéticas negras. seus trabalhos situam-se, sobretudo, na vizinhança entre os territórios da imagem e da palavra. 

fundou a bendito ofício (2010), por onde promove aproximações entre palavra-imagem-educação e a organização MUNA (mulheres negras nas artes, 2017). atualmente desenvolve o projeto AS poetas do pajeú (2020), no sertão de Pernambuco (Fundação de Cultura de Pernambuco), entre outros projetos.

2009

graduada em artes visuais (UEMG)

2020

mestre em teoria literária (UFPE)

2020 

doutoranda em humanidades, direitos e outras legitimidades  (USP)

2016

2016

2016

2016

Como viver do desejo (MAMAM-Recife)

Exibiu ’Emoção’ na exposição Carolina Maria de Jesus: Um Brasil para os brasileiros, com curadoria de Hélio Menezes e Raquel Barreto (IMS, São Paulo, 2021); ’Ferramentas’ e ’Todo cuidado é pouco’ em Por um sopro de fúria e esperança, com curadoria de Galciane Neves e Natalie Understell (MUBE, São Paulo, 2021); ’Oralidade’ na exposição Língua Solta com curadoria de Fabiana Moraes e Moacir dos Anjos (Museu da Língua Portuguesa, São Paulo, 2021); ‘Púlpito Público’ (Museu Afro Brasil, São Paulo, 2021) e na exposição Lugar Comum: travessias e coletividades na cidade com curadoria de Camila Bechelany (Ibirapuera, São Paulo, 2020); ‘História' e 'Eu quero' na Real Fake, com curadoria de Lei Kassab (Galeria Lume, São Paulo, 2021); ’Como aprender com o imprevisível’ na Abre caminhos! com curadoria do Hélio Menezes (CCSP, São Paulo, 2020); ‘Rasgar o rigor’ na Farsa com curadoria de Marta Mestre (Sesc Pompeia, 2020); ‘Fundamento’ no Sertão: Panorama da Arte Brasileira com curadoria de Julya Rebouças, (MAM, SP, 2019); ‘Anti-bandeirante’ na exposição Entremoveres com curadoria de Ariana Nuala e Ana Lira (Museu da Abolição, Recife, 2019; ‘Selvagem’ na Ontem, hoje, agora, com curadoria de Catarina Duncan, (Solar dos abacaxis, Rio de Janeiro, 2019), ‘Vão ou como discutir privilégios através de jogos de sorte e azar’ na ⦿ com curadoria de Catarina Duncan (Galeria Leme, São Paulo, 2018); ‘Sertão Doce’ na exposição Os da minha rua com curadoria de Joana D’ark (Museu da Abolição, Recife, 2018); ’Conselho’ na exposição Vetores com curadoria de Ariana Nuala (Museu Murilo La Greca, Recife, 2018); ‘Como viver do desejo’ no MAMAM, Recife, 2016. 

Foi indicada ao Prêmio Pipa 2021.

residência artística

2016

2021

pivô arte e pesquisa

2021-2022

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